Esta é uma era de guerra e caos; esta também é uma era apocalíptica, um tempo em que o fim do mundo e a desordem se entrelaçam. Como pôr fim a isso?
No recôndito mais distante do firmamento, onde jamais alcançara o olhar humano, nove pessoas avançavam a bordo de uma nave estelar. Seu cultivo era insondável; cada uma delas mantinha a aura recolhida. Entre os nove, era claro que tinham como líder um homem trajado em vestes bordadas de luxo, cujo nível de cultivo dava a sensação vaga de ter transcendido aquele plano inteiro de existência.
Num instante, o olhar dos nove tornou-se gélido, e uma intenção assassina começou a se espalhar pelo espaço sideral.
“Será que é chegada a hora?” murmurou o homem à frente, e, à medida que pronunciava cada palavra, a aura dos nove se tornava ainda mais vasta e poderosa.
As estrelas por todo o céu começaram, naquele momento, a vacilar como um pequeno barco açoitado por ondas monstruosas, subindo e descendo sobre um mar revolto, como se aqueles nove fossem, na verdade, as verdadeiras estrelas.
A intenção assassina foi-se tornando cada vez mais sólida. Aquele frio era cortante até os ossos, como se pudesse transformar um homem numa estátua de gelo.
Foi então que surgiram algumas figuras à frente da nave. Chamá-las de homens era, em verdade, inadequado, pois a aura que emanavam era diferente da humana; nela havia uma malignidade intrínseca, uma perversidade sombria e repulsiva.
“Humanos tolos, creem-se fortes só porque cultivaram poder suficiente, mas ignoram que este plano de existência já beira o colapso. Por que continuam a nos barrar de todas as formas quando tentamos entrar nele?” disse uma das figuras.
“Tsé. Se não fossem vocês, esse bando de