“Chega de blá-blá-blá, eu me casei”. A protagonista renasce nos anos 80. A rica e delicada moça da cidade aceita se casar e ir morar no campo. Já tinha se preparado para enfrentar o noivo, imaginando
Cheng Xiang já estava em sono profundo havia dois dias.
Nesse intervalo, enquanto ouvia ao redor os sons miúdos e entrecortados, foi juntando as peças e deduzindo que havia entrado em um romance.
Há algum tempo, sua melhor amiga lhe recomendara um romance ambientado em outra época, no qual havia uma personagem coadjuvante com o mesmo nome que ela.
Em linhas gerais, a história se passava no começo da década de 1980. A protagonista do livro seguia com a mãe, que era do campo, depois que esta se casava de novo e passava a viver na cidade, numa família abastada.
Quando jovem, o padrasto fora designado para uma missão no exército. Em meio ao trabalho, perdeu-se nas montanhas e, já à beira da morte, foi salvo por um morador local.
Ao conviverem, descobriu que aquele camponês era, na verdade, um antigo camarada de seu velho quartel, já aposentado.
Os dois se deram às mil maravilhas, beberam e confraternizaram como se fossem amigos de longa data. E, ao ver por acaso o filho do camponês, tomados pelo álcool e pela empolgação, fizeram uma promessa: se um dia ele tivesse uma filha, os dois fariam um casamento entre os filhos.
Mais tarde, o padrasto foi subindo de posto dentro do exército e teve, com a primeira esposa, uma filha: Cheng Xiang. Depois de ficar viúvo já de meia-idade, casou-se de novo com a mãe da protagonista.
Quem diria que, passados tantos anos, aquele camponês mandaria alguém entregar uma carta, lembrando-o do antigo compromisso, e ainda enviaria junto seis mil yuans como dote.
Quando a filha biológica do padras