Casa Sinistra

Casa Sinistra

Autor: Ouviu-se, à noite, o som do vento e da chuva.
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[Fluxo infinito + suspense sutil + sobrevivência + protagonista feminina única] Um ônibus sem motorista, conduzindo um grupo de pessoas amaldiçoadas, ruma para uma sinistra casa negra... Dentro dessa

Capítulo 1: O Ônibus

... Na densa névoa, um velho ônibus escolar avançava lentamente pela estrada infinita.

Dentro do ônibus encontravam-se sete pessoas: três mulheres e quatro homens.

Sentados em seus lugares, olhavam através das janelas para o nevoeiro lá fora, com expressões variadas.

Dúvida, perplexidade, temor...

Mas, excetuando-se essas emoções, todos exibiam o mesmo semblante pálido.

Como se, durante o percurso, tivessem vivenciado algo terrível.

O ônibus seguiu seu caminho até finalmente estacionar diante de uma mansão antiga e decadente.

A mansão era envolta pela névoa espessa, seu corpo inteiramente negro, misterioso e sombrio.

A porta do veículo se abriu, como se avisasse aos passageiros... Era hora de descer.

Os sete desceram lentamente, lançando um último olhar para o ônibus, onde seus olhos reluziam um medo indizível.

Pois, no assento do motorista, onde deveria estar alguém, não havia absolutamente ninguém.

Sim, aquele ônibus... não tinha motorista.

Assim que o último passageiro desceu, as portas do ônibus se fecharam automaticamente, e ele voltou a se mover, sumindo na profundeza da névoa...

Diante da mansão negra, os sete se entreolharam, contemplando nos rostos uns dos outros uma expressão de extrema inquietação.

"Vamos..."

"Acho que não temos outra escolha."

No momento decisivo, um homem magro do grupo tomou a palavra; usava óculos de madeira emoldurados por um retângulo castanho-escuro, e em seu rosto delicado destacava-se uma calma distinta d

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