Com uma mistura de cultivo de terras, entretenimento leve e viagem no tempo, Fang Zheng desperta em uma nova vida durante a dinastia Da Jing, tornando-se um jovem magistrado de um pequeno condado. Apó
Condado do Pessegueiro, Pavilhão da Neve e da Lua
Fang Zhengyi semicerrava os olhos, rodeado por belas servas, enquanto ao seu ouvido chegavam suaves sussurros e risadas.
— Senhor Fang, está confortável? — perguntou-lhe baixinho, junto ao ouvido, uma criada que lhe massageava os ombros.
Um leve sorriso desenhou-se no canto dos lábios de Fang Zhengyi; dias assim eram de fato prazerosos.
— Muito bom, uma recompensa para você!
— Agradeço, senhor! — exclamou, radiante, a jovem que aumentou um pouco a pressão de suas mãos.
Fang Zhengyi abriu os olhos, insatisfeito, e corrigiu:
— Não me chame de senhor, chame de jovem mestre!
A criada riu docemente:
— Sim, jovem mestre!
Ele tornou a fechar os olhos, não conseguindo evitar um certo tom de nostalgia.
Graças a seus esforços incessantes, o Condado do Pessegueiro finalmente tinha seu primeiro bordel...
Lembrava-se bem do desespero ao se ver transportado para esse mundo. Enquanto outros viajantes se tornavam príncipes ou nobres, ele se vira como um humilde magistrado falido — e ainda por cima, totalmente ignorado.
Demorou semanas para compreender minimamente esse novo mundo. Este reino era diferente de qualquer dinastia chinesa que lembrasse, mas a civilização era bastante semelhante.
A época de sua chegada coincidiu com a guerra entre os Reinos de Qian e Jing. O Condado do Pessegueiro, por ser pobre e isolado, escapou das chamas da guerra.
Mas ao assumir aquela bagunça, Fang Zhengyi ficou atônito: havia apenas dois mil habitantes, todos subnu